segunda-feira, 21 de maio de 2012

As nuvens desceram a terra

Como pode ser tão bela, ó mãe-Natureza?
Explica-me, d'onde vem tanta beleza?
Seria do interno viril & etéreo?
Ou apenas os raios de luz que iluminam sua pele?
Ó, mãe-Natureza, d'onde vem tanta beleza?


São as frases escritas pelos olhos?
Os afagos cheios de favos?
As respostas sem perguntas?
O assovio feito pássaro ao despertar?
Ó, mãe-Natureza, d'onde vem tanta beleza?

São meus olhos cobertos de mel e (teus)lábios?
Minha memória  com cheiro de rosa?
Seria o emaranhado desses teus cabelos cacheados?
Ó, mãe-Natureza, d'onde vem tanta beleza?


Diga-me, mãe-Natureza, d'onde vem tanta beleza?
Diga-me, menininha, d'onde vem tua graciosidade?
D'onde vem tanta sagacidade? 
D’onde vens?
Diga-me, mãe-Natureza, d’um mundo onírico?

Um comentário:

  1. Texto leve com um Q de quem está apaixonada!
    Dona Alves... Dona Alves!

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